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TORÓ DE IDÉIAS“Mijam em nossas cabeças e falam que é chuva de informações.” |
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2009/10/11 MOVIMENTO SLOW: Eu apoio!
"Crianças precisam de liberdade para errar”
Filósofo escocês diz que a sociedade competitiva transformou a infância em uma fase de stress comparável à da vida adulta No dia em que o filósofo escocês Carl Honoré, 41 anos, foi chamado na escola do filho Benjamin, hoje com 10 anos, e ouviu da professora de artes que o menino desenhava muito bem, ele se encheu de orgulho e sonhou alto. Saiu de lá e foi fazer uma pesquisa na internet sobre escolas de educação artística. Já imaginava: "Estarei criando o próximo Picasso?" Mas, ao indagar o menino sobre o curso, levou um balde de água fria. "Não quero ir para uma aula na qual o professor vai me dizer o que fazer. Só quero desenhar", disse Benjamin, com firmeza. "Por que os adultos têm que tomar conta de tudo?" Honoré percebeu quanto estava sendo um pai ansioso querendo dominar a felicidade simples do filho e transformá-la em realização. Ele entendeu também que não estava sozinho. Foi quando deu início às pesquisas do livro "Sob Pressão" (Ed. Record), recém- lançado no Brasil. "A ideia era retomar minha autoconfiança como pai e ajudar outros da mesma maneira", diz Honoré, que também é pai de Susannah, 7 anos. Uma das principais vozes do movimento slow (por uma vida mais tranquila), o filósofo foi criado no Canadá e hoje mora em Londres. Ele domina o português porque morou no Brasil em 1988 e 1990 para trabalhar com meninos em situação de risco.
ISTOÉ - Qual o problema de pais que, como o sr., tentam desde cedo lapidar a vocação infantil? ISTOÉ - Mas a sociedade acredita que talento bom é talento precoce, certo? ISTOÉ - Como a pressão, com atividades que em tese melhorariam o desempenho no futuro, pode ser prejudicial? ISTOÉ - Quais são os problemas do mundo contemporâneo que já afligem as crianças? ISTOÉ - Por que isso acontece? ISTOÉ - Como, então, incentivar o talento das crianças de modo saudável? ISTOÉ - Existem paralelos entre crianças com excesso de atividades extracurriculares e crianças exploradas em trabalhos infantis? ISTOÉ - Parece que os pais de hoje sofrem justamente por terem inúmeras possibilidades e não saberem o que é melhor. Eles estão apavorados? ISTOÉ - Há no Brasil pais escolhendo a escola dos filhos de 5, 6 anos conforme um ranking daquelas cujo ensino garante o ingresso nas melhores universidades. Eles estão certos? ISTOÉ - O que é fundamental na educação de uma criança? ISTOÉ - Há outros exemplos? 2009/7/6 PT na vanguarda do atraso
Na edição do dia 2 de julho de 2009, Clóvis Rossi, um dos editores do jornal Folha de S. Paulo, faz o relato mais preciso do drama do PT: querer manter a pose de defensor dos pobres e oprimidos ao mesmo tempo em que ajuda a pior canalha da História da República a se perpetuar no poder.
..::.. PARIS - Indecente. Pusilânime. Vergonhoso. Que mais se pode acrescentar a respeito do comportamento do PT no episódio José Sarney? Xingar a mãe, não posso. É proibido pela etiqueta desta página. Mas seria o correto.
Não vou nem lembrar o passado combativo do partido e de seu líder, Aloizio Mercadante, em episódios anteriores à chegada ao governo federal. Esse passado já foi sepultado faz tempo. Ajuda-memória: pelo episódio do mensalão, o procurador-geral da República, nomeado pelo presidente de honra do PT, um certo Luiz Inácio Lula da Silva, acusou a cúpula petista de formar uma "quadrilha". O Supremo Tribunal Federal, com o voto de ministros também indicados por Lula, decidiu haver indícios suficientes para aceitar a acusação e proceder ao julgamento, aliás em curso. Fica claro que o passado de supostos campeões da moralidade pública está morto e bem enterrado. Mas o presente podia ao menos guardar um mínimo de coragem, de vergonha na cara. Podia, por exemplo, defender Sarney pura e simplesmente, fosse qual fosse o argumento ou pretexto a utilizar: necessidade de não tumultuar o cenário político, falta de elementos concretos para afastar o presidente do Senado -enfim, qualquer dessas desculpas que os políticos se habituaram a usar para serem coniventes com trambiques. O que não cabia é deixar de apoiar Sarney mas apenas por 30 dias, que foi o prazo dado pelo partido para o afastamento do presidente do Senado. Tampouco cabia sugerir uma comissão para uma reforma administrativa da Casa, sem menção a punições pelas irregularidades já descobertas e já confessadas. Se algumas são legais, nem por isso deixam de ser todas vergonhosas, muito vergonhosas. O PT fechou enfim um círculo: passa de suposta vanguarda das massas à cúmplice do atraso.
Clóvis Rossi - crossi@uol.com.br
-------------------------------- Adaptado de: www.blogdotas.com.br - por Marcelo Tas, em 2/7/2009, às 17h56 http://marcelotas.blog.uol.com.br/arch2009-07-01_2009-07-15.html#2009_07-02_18_56_29-5886357-0 2009/6/25 The Thriller is goneMichael Jackson Dies
Posted Jun 25th 2009 5:20PM by TMZ Staff
--------------------------------- Fresquinha, do site TMZ.com, que primeiro publicou a manchete da morte do super artista Michael Jackson, neste 25/6/2009, possivelmente causada por um ataque cardíaco. O cinqüentão Michael iria completar 51 anos de idade neste próximo mês de agosto, mas sua carreira começou ainda criança. Uma das maiores estrelas da música pop da história, não há o que ele não tenha feito: cantor, dançarino, compositor, multi-instrumentista, ator, produtor, diretor... Controverso durante toda a sua vida, que sempre foi “publicamente escandalosa”ou “escandalosamente pública”, uma coisa não se há de negar: Michael Jackson deixou sua marca! E deixará também saudades... 2009/6/24 Mais uma sobre a decisão do STF...Com tanta choradeira de colegas jornalistas, cheguei a achar que estava entendendo tudo errado. Até ler algumas palavras que vinham ao encontro do que eu sentia em relação à decisão do STF. Sou jornalista diplomado, mas acho que não foi tão desastrosa assim a decisão pelo fim da obrigatoriedade do diploma para se exercer “a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada” (conforme uma das definições apresentadas pelo STF). Na verdade, acreditava ser este um caminho inevitável. Mais cedo ou mais tarde, a nova sociedade "superantenada" e as possibilidades que as novas tecnologias trouxeram para a comunicação - e a nítida influência disso na mídia tradicional - iriam prevalecer. O mercado de trabalho e as crescentes exigências para o “fazer comunicacional” continuarão a determinar a seleção dos profissionais, como sempre deveria ter sido. O que não deu pra engolir foram os argumentos inapropriados e as comparações infames dos nossos excelentíssimos ministros... Mas concordo com o Marcelo Sander e reforço que não devemos alimentar discursos sentimentais e/ou corporativistas. Minha preocupação mesmo é com as grades dos cursos de jornalismo e com as exigências mínimas para o seu exercício, daqui a diante. É mister arranjarmos alguma regulamentação para nossa profissão: já que qualquer um pode ser (e deve ser) responsável pelo que publica, seria bom, pelo menos, que isso não possa acontecer de qualquer maneira. Como não há uma organização decente de nossa classe profissional, acho também que somos nós mesmos, jornalistas, e toda a população quem devem vigiar a evolução e exigir a qualidade do ensino do jornalismo - ao invés de reclamar sobre algo que não tem volta e que segue seu curso normal na história. Em vez de nos unirmos para lutar pela volta de uma "reserva de mercado", devíamos monitorar e pressionar publicamente (o que é uma especialidade nossa!) pela melhoria contínua dos cursos de jornalismo. Para o bem de todos e informação geral da nação... Bruno Mafra - Jornalista (com orgulho!) 2009/6/19 Sobre a decisão do STF de acabar com a exigência de diploma para o exercício do jornalismo
* Poema "Ao Deus Kom Unik Assão", do poeta, cronista, contista, tradutor e, também, jornalista Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)
2009/6/15 Blog da Petrobrás expõe a fragilidade do jornalismo tradicional
Quer dizer então que ao jornalismo é dado um direito implícito ao monopólio da exclusividade? Que o “furo” deve ser respeitado... pela fonte?! Veja bem: é a fonte quem tem – conceitual e concretamente – a informação, em primeiro lugar (que é PÚBLICA, no caso da Petrobrás e dos jornais).
De onde poderia ter surgido esse tipo de idéia? De que a fonte não pode divulgar - antes ou depois da reportagem - informações que são dela mesma, por seus próprios meios? Ah, sim! “Poder, ela pode... Dever é que não deve. Em respeito ao ‘bom jornalismo’”. (Uma “infração deontológica” , como disse o mestre Alberto Dines.)
Àqueles que praguejam que isso seria uma “censura”, ou uma forma de inibição da imprensa e tentativa de controle da informação e da contextualização dos fatos ao público em geral, sinto-me envergonhado. E, como jornalista, peço perdão ao leitor, que não pode ser tratado como se não soubesse interpretar a realidade por contra própria. (Leia aqui as opiniões da imprensa, sobre este caso.)
Atacar uma instituição por divulgar as informações solicitadas pela imprensa, mesmo que o faça durante o necessário, saudável e transitório período de sigilo da reportagem, é tratar a informação e o furo como “propriedades do jornalismo”. Quantas outras instâncias não cansam de “furar” os jornais?! O problema é que, neste caso, a Petrobrás parece ter boa credibilidade entre seu público. E na web, isso conta muito. E essa aceitação acaba de ganhar ainda mais notoriedade, com o estardalhaço exagerado da grande mídia, que se sentiu atacada em sua “reserva de mercado”.
O que sei, na prática, é que “bom jornalismo” é tão raro quanto “transparência”, no Brasil. Isso para usar uma gíria atual. Pelo que sei, ser aberta e clara perante a sociedade é obrigação de qualquer instituição, pois está inserida e é legitimada (além de ser “tocada” e levada em suas “vias de fato”) pela sociedade.
Este caso só me traz bons exemplos de uma dessas raras qualidades. Cada um que tire suas próprias conclusões. E cada instituição – seja empresa ou imprensa – que se esforce para ganhar e manter sua própria credibilidade e legitimidade.
Para ajudar, recomendo – e reproduzo abaixo - um ótimo texto, publicado no Observatório da Imprensa, pela competentíssima (e homônima de minha esposa) Mariana Martins. (MARTINS, Mariana. Blog da Petrobras provoca debate sobre jornalismo e acesso à informação. Observatório do Direito à Comunicação, 10/6/2009)
Finalmente, o caso do Blog da Petrobrás expôs – antes tarde, do que nunca – a fragilidade do jornalismo perante a nova sociedade em rede, amplificada pelas novas tecnologias de informação e comunicação (TICs). A publicidade e o jornalismo tradicionais, enquanto “modelos de negócio”, já vinham sendo sepultados em todo o mundo. Agora, o próprio jornalismo brasileiro – em sua forma e essência – terá também de se reinventar para sobreviver neste vasto mundo novo.
Já houve um recuo, de ambas as partes envolvidas. Mas eu – como profissional de comunicação organizacional – apóio e aplaudo a iniciativa da Petrobrás. São poucas (e boas) as organizações que podem se dar ao luxo de se dirigir com tanta abertura ao seu público. Na blogosfera, você é cobrado, vigiado, monitorado, criticado e influenciado de formas que nenhuma empresa brasileira nunca antes, na história desse país, experimentou. É o nosso marco contemporâneo no jornalismo – tanto empresarial quanto “de massa”.
Resta saber se não é só fogo de palha. Se, passada a sombra da CPI, o blog for extinto, o espernear da mídia será justificado. 2009/5/20 NÃO REELEJA NINGUÉM
Pode mudar a forma ou intensidade, mas a indignação está sempre presente dentro do peito de cada brasileiro. Afinal, aqui os congressistas não sabem o valor do salário mínimo e ainda riem diante da sua própria ignorância. Está cada vez mais difícil aguentar os fanfarrões liderados por Temer e Sarney. Uma delas, talvez como sugere o panfletinho eletrônico que circula cada vez com mais intensidade na internet: não reeleja ninguém! É uma idéia radical. Será que é capaz de dar um sustinho nos caras-de-pau que habitam o oceano de carpetes, mamatas e ar-condicionado do Congresso Nacional? Resta uma dúvida: se não reelegermos ninguém, vamos eleger quem? Penso que, antes de tudo, é importante dizer algo: mesmo tomando a atitude mais radical e extrema para demonstrar a nossa indignação é crucial preservar a instituição Congresso Nacional - uma conquista democrática que levou décadas, senão séculos para ser formulada. Se você concorda em discutir a idéia, espalhe para debate coletivo. :: Espalhado do Blog do Tas - http://marcelotas.blog.uol.com.br 2009/5/17 O segredo de LOST - o combate entre Rá e ApepNavegando, após ver o último capítulo da 5ª temporada de LOST, acho que encontrei na Wikipedia uma história que me pareceu uma explicação bem boa para o estranho "enredo por traz do enredo" da série. Mí(s)tica, é verdade, mas incrivelmente coincidente.
Leia por sua própria conta e risco. (Os comentários em vermelho são meus.)
2009/5/6 Eu tenho vergonha da Farra das Passagens...Essa indignação do jornalista Luiz Carlos Prates da RSB TV de Santa Catarina representa muito mais legitimamente o sentimento do povo brasileiro do que aqueles que se candidatam e se dizem nossos representantes. Merece nosso registro indelével!
E não entendo como podem tentar defender as viagens dos familiares (e quem mais fosse) pagas com o erário: o meu, o seu, o nosso dinheirinho, que se esvai em uma das maiores cargas de impostos do mundo.
Se for nos mesmos termos que defende o deputado Sílvio Costa, então quer dizer que as empresas deveriam pagar 1/3 a mais de férias também para as esposas de seus empregados ("pois a fámília é sagrada!"). É uai: como o trabalhador poderá usufruir completamente de seu direito ao descanso sem que possa estar acompanhado de sua família?! Não é mesmo?! 2008/11/29 Sobre a Reforma Ortográfica
Dad Squarisi (especialista em português do jornal Estado de Minas) e Márcio Cotrim (do jornal Correio Braziliense) no programa “Sempre um Papo” sobre o acordo ortográfico da língua portuguesa.
PARTE 1
PARTE 2 2008/11/27 Ei, você aí, me dá um dinheiro aí?por Neto - Updateordie.com – em 15/10/2008 Vou fazer um slideshow para você. Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes. Quem sabe até já se acostumou com elas. Começa com aquelas crianças famintas da África. Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele. Aquelas com moscas nos olhos. Os slides se sucedem. Êxodos de populações inteiras. Gente faminta. Gente pobre. Gente sem futuro. Durante décadas, vimos essas imagens. No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto. Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados. São imagens de miséria que comovem. São imagens que criam plataformas de governo. Criam ONGs. Criam entidades. Criam movimentos sociais. A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza. Ano após ano, discutiu-se o que fazer. Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta. Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo. Resolver, capicce? Extinguir. Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta. Não sei como calcularam este número. Mas digamos que esteja subestimado. Digamos que seja o dobro. Ou o triplo. Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo. Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse. Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse. Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.
Fonte: http://updateordie.com/updates/trends-insights/2008/10/ei-voce-ai-me-da-um-dinheiro-ai/ 2008/11/8 Em 2010: Protógenes para PresidenteProtógenes Queiroz, delegado da Polícia Federal que presidiu a Operação Satiagraha, disse que a execução de mandados de busca e apreensão em suas residências e a confirmação, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), da validade do habeas corpus do banqueiro Daniel Dantas foram uma “operação casada”.
Para o delegado, a investigação contra ele tem o objetivo de defender o dono do Opportunity Daniel Dantas, o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta e o empresário Naji Nahas, PRESOS pela Polícia Federal durante a Operação Satiagraha.
"É uma ação articulada para cumprir o script determinado pelo banqueiro bandido e evitar que ele abra a boca e conte tudo que sabe", explicou Protógenes, para quem Dantas é um arquivo vivo da corrupção.
O delegado defendeu o juiz federal paulista Fausto De Sanctis, que determinou as prisões - revogadas por duas vezes (inexplicavelmente) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. No fim deste mês (novembro de 2008), De Sanctis julga os indiciados por envolvimento na quadrilha.
Para o Protógenes, o juiz é vítima do mesmo processo de desqualificação, para afastá-lo do julgamento. "Esta não é uma luta do Protógenes, é do Brasil e da sociedade", disse. "O País sai desmoralizado se o bandido Daniel Dantas não for condenado."
ROLO COMPRESSOR Segundo ele, o banqueiro não tem como sair livre do julgamento, marcado para o dia 21. "Ele será condenado e preso, se forças nefastas não afastarem o juiz." Ele garante que De Sanctis resistirá. "Querem passar um rolo compressor no Judiciário, como passaram na PF, mas não vão conseguir."
Com informações da Globo.com e do Estadão
Velha tática do poder estabelecido:
desqualificar o método e preterir as evidências.
E se o método talvez tiver mesmo alguma falha?!
Os suspeitos - gente graúda que já foi até presa,
tamanho o esclarecimento das provas - sairíam impunes?
Não faz sentido... "Isso" é a justiça?? 2008/11/4 BOA NOTÍCIA: O Brasil está aprendendo a (não) votar!Ainda há luz no fim do túnel... (Agradecimentos ao Cássio, que se lembrou deste seu amigo jornalista e descontente com tudo isso aqui.)
2008/10/26 ENTRE O FOGO E A CALDEIRINHA |
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